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Blog da LOT

Jornalista é presenteado com livro da Câmara

O presidente da Câmara de Vereadores de Joinville, vereador Odir Nunes, homenageou o jornalista e escritor Domingos Abreu Miranda, nesta manhã, presenteando-o com um exemplar do livro que resgata a história do Poder Legislativo joinvilense.

Rádios comunitárias transmitirão os trabalhos do legislativo

Representantes das quatro rádios comunitárias que atuam legalizadas em Joinville, reuniram-se na manhã desta sexta-feira, dia 18, com o presidente da Câmara de Vereadores de Joinville, vereador Odir Nunes, oportunidade em que aceitaram integrar o plano de mídia do legislativo.

Pela primeira vez na história do legislativo municipal fechamos uma parceria com as rádios comunitárias. São importantes veículos de comunicação com muitos ouvintes e passarão a divulgar os trabalhos dos vereadores, de forma editorial, ou seja, sem custo, explicou Odir.

O setor de comunicação social da câmara vai disponibilizar o material na internet. Os programas editados para as rádios comerciais serão disponibilizados para as rádios comunitárias. “Nos moldes do informativo “A Voz do Brasil”, que é transmitido para todo o país e que serve como fonte de notícias para inúmeros meios de comunicação”, comparou Toninho Neves, diretor de comunicação da Câmara. José Paulo Cabral (Rádio União – Iririú), Valdir Silvestre Filho e Betencourth Araújo (Rádio Nova Brasília), Márcio Manarin (Rádio União Sul) e Dirceu Miranda (Rádio Pirabeiraba) enalteceram a iniciativa do presidente e disseram que essa integração com o Poder Legislativo é importante porque ganha o ouvinte ao receber mais informação jornalística, “elevando a qualidade na programação das emissoras”, lembrou José Cabral.{jcomments on}

Câmara terá desfibrilador

A Câmara de Vereadores terá em suas dependências um Desfibrilador Automático Externo (DEA), um sofisticado equipamento baseado em microprocessadores cuja finalidade é o socorro a vítimas que tenham sofrido problemas de desfibrilação, ou seja, paradas cardíacas. O pedido partiu da vereadora Tânia Eberhardt, que desde 2005 apresentou no legislativo matérias defendendo a instalação do equipamento em locais onde circulam em média duas mil pessoas. Aprovada em 16 de março de 2009, a lei complementar nº 294/09 não está sendo cumprida no município. O presidente do legislativo, vereador Odir Nunes, após receber o memorando da vereadora, se comprometeu em instalar o equipamento e dar o exemplo.

O poder legislativo sai na frente. Infelizmente a lei não está sendo levada a sério lamenta a vereadora.

Outro assunto de relevância para a comunidade é referente ao transporte público. Através do requerimento nº 13/11, o vereador Adilson Mariano quer a constituição de uma Comissão Especial para estudo e análise do sistema do transporte coletivo em Joinville, sua tarifa, planilha de custos, legislação, estrutura de fiscalização e controle. O contrato vigente do transporte coletivo na cidade está para expirar, por isso a preocupação do vereador com as futuras licitações e a qualidade dos serviços prestados. O requerimento será analisado na próxima terça-feira, dia 22, no plenário da Câmara.{jcomments on}

Emoção marcou a sessão em homenagem aos 35 anos do JEC

Os 35 anos de história, coroados de conquistas, títulos, emoções e lembranças de um time que possui hoje uma das maiores torcidas de Santa Catarina, marcaram a sessão da Câmara de Vereadores de Joinville, realizada na noite de quinta-feira, dia 17, que homenageou a fundação do Joinville Esporte Clube (JEC).

Um dos destaques do evento foi a presença do primeiro presidente do clube, após a fusão de América e Caxias, Waldomiro Schützler, que marcou sua passagem pela conquista de 10 títulos de campeão catarinense e diversas participações por campeonatos nacionais, em 17 anos. Fato inédito na história do futebol catarinense. Na medida em que os oradores relembravam os grandes momentos de glória do JEC, os dirigentes, vereadores, torcedores e o público presente estampavam emoção e orgulho de ser torcedor de um jovem e bem sucedido clube.

O vereador Jucelio Girardi, proponente da homenagem, lembrou da importância que o time representa para Joinville, “será o representante da maior cidade do Estado no campeonato brasileiro de futebol da série C e atualmente disputa o campeonato catarinense “.  Os vereadores Beline Meurer, Alodir Alves de Cristo, Maurício Peixer, Zilnety Nunes, Odir Nunes e James Schroeder saudaram a diretoria pela trajetória do JEC, enalteceram a torcida, “que independentemente de resultados e demonstrando garra estão sempre ao lado do time”. E lembraram que, é tão forte a influência que o clube exerce na vida dos joinvilenses que até a produtividade aumenta nas empresas a cada vitória do clube.

O presidente Márcio Vogelsanger fez um resumo dos 35 anos e lembrou que entre as ações da diretoria está a valorização das categorias de base que conta com cerca de 400 meninos. Mas foi Waldomiro Schützler que emocionou os presentes ao lembrar que, “nas veias de Márcio Volgesanger verve sangue de vencedor”. Falou de Arinor Volgesanger, pais do presidente, que também foi vereador e vencedor, “você está no caminho certo, também sua diretoria, continue que será campeão”, afirmou.

Problemas na rede estadual de ensino discutidos na Comissão de Educação

A falta de professores na rede estadual de educação, o fechamento de turmas do ensino médio noturno em Joinville, escolas interditadas, a municipalização dos Ceis (Centro de Educação Infantil) e a federalização da Univille (Universidade da Região de Joinville) foram temas debatidos na tarde desta quinta-feira, dia 17, na comissão de educação. Na sala das comissões, os vereadores Adilson Mariano, Alodir Cristo, Dalila Leal e Zilnety Nunes receberam convidados para debater os problemas na educação do Estado, que reflete no ensino municipal.

A presidente do Sinte (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina), Clarice Elbredt, pontuou a falta de professores na rede estadual de ensino. Para ela, um dos principais motivos, além da baixa remuneração e motivação, é a falta dos concursos públicos. Devemos investir na qualificação dos profissionais e incentivar os estudantes, defende a professora. No entendimento de Clarice, somente os ACTs (contratação de professores temporários) não resolvem, pois muitos não são comprometidos com a educação como um todo.

Na visão do estudante Iago Paqui, presidente da Ujes (União Joinvilense dos Estudantes), o fechamento do turno noturno prejudicou muitos estudantes. O estado deve investir na infraestrutura das escolas, muitas salas de aula são extremamente desconfortáveis, superlotadas, afirma Iago. Outra reivindicação do jovem é a disponibilidade de um local adequado para as reuniões da Uje.

Queremos nos organizar para cobrar nossos direitos.

Representando a Gered (Gerência de Educação do Estado), falaram Evelise Fátima Martins, supervisora de educação básica profissional e Angela Cristina da Silva, integradora do ensino médio. Na oportunidade, foi exposto que a decisão de fechar algumas turmas do noturno seguiu o critério da economicidade. No entendimento da Secretaria de Educação do Estado, uma escola como o Conselheiro Mafra, localizada no centro da cidade, por exemplo, de 46 alunos que frequentavam o período noturno, 23 residiam em bairros diferentes, ou seja, deveriam procurar uma escola próxima de sua casa. Outra situação levantada, é referente a prioridade aos estudantes trabalhadores no ensino noturno. Nos cálculos da Gered, de modo geral, são poucos alunos do noturno que trabalham efetivamente, muitos fazem estágios. Cada caso deve ser analisado. O vereador Adilson Mariano não concorda com a lógica de economia.

Economizar é preciso, mas tratando-se de educação, devemos é investir, incentivar, garantir infraestrutura aos estudantes.

O mesmo raciocínio teve o vereador Cristo.

A educação tem que ser exemplo de eficiência. Temos que repensar o atual modelo de educação. O que queremos para a educação de Santa Catarina?

A presidente da comissão, vereadora Dalila, mostrou-se preocupada com os fatos e revelações durante a reunião. Para ela, é necessário pensar quais os reais motivos da evasão escolar, um dos principais motivos para o fechamento dos turnos noturnos. Neste sentido, ela propôs que os professores que irão ministrar aulas a noite sejam escolhidos “a dedo”. “O tratamento dado ao estudante do noturno deve ser diferenciado. Muitos já chegam estressados, cansados, assim como os professores”, salienta.{jcomments on}

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